terça-feira, maio 10, 2011

Há flores nos tomateiros!

A vida na horta continua a crescer e desta vez a novidade são flores nos tomateiros.

Os tomateiros são surpreendentemente cheirosos e agora ficaram ainda mais com estas pequenas flores amarelas, que espero, venham a transformar-se em pequenos tomates.
O clima está a mudar e caminhamos a passos largos para as temperaturas de Verão. Ando a equacionar mudar a localização da horta para outra parte do terraço. Onde está neste momento apanha sombra durante a manhã e sol à tarde. O que tem sido bom até agora porque nas temperaturas baixas e nos dias curtos maximizava-se a exposição ao sol.
Mas conhecendo o Verão de Portalegre como como conheço, antevejo que as pobres alfaces não vão aguentar as temperaturas em exposição directa ao sol às 3horas da tarde. Além de que teria de investir muito mais na rega dos vasos.

Assim sendo, nos próximos dias vou preparar mudanças no meu espaço.

segunda-feira, maio 09, 2011

I'm a Backer

Porque quando achamos que algo vale mesmo a pena, devemos dar o primeiro passo e contribuir.

Quero muito ver o documentário sobre Mark Sandman e por isso dou o meu apoio ao projecto que está a tentar financiar-se através desta plataforma.


Passem por lá. E se gostam de Morphine como eu, contribuam!



Cure for Pain: The Mark Sandman Story (Trailer) from Gatling Pictures on Vimeo.

sexta-feira, maio 06, 2011

Notícias da Horta

Acho que os pássaros descobriram os meus morangos!$%#($#'

terça-feira, maio 03, 2011

On the road...


Por esse Alentejo abaixo em dia de trovoada...

Fleet Foxes

quarta-feira, abril 27, 2011

Morphine - I could be that [Live]

Morphine - Come Over [Live]


Tropeçar em imagens desconhecidas da minha banda favorita é coisa para me deixar feliz para o resto do dia!

A Internet tem destas maravilhas :)

terça-feira, abril 26, 2011

Depois da flor amarela...

Um mini courgette!

quarta-feira, abril 20, 2011

Sharon Jones & The Dap-Kings "Mama Don't Like My Man"


4 de Julho no CoolJazzFest em Cascais

terça-feira, abril 19, 2011

Surpresas pela manhã


Na horta [mesmo sendo no terraço] parece estar sempre qualquer coisa a acontecer.

E hoje de manhã, apesar da chuva, a surpresa era esta linda flor amarela que surgiu no meio dos pés de courgette.

segunda-feira, abril 18, 2011

Tomateiros


Agora que já passou a fase da sementeira e a Primavera parece ter vindo para ficar, transplantei os tomateiros para vasos maiores. Sobreviverem à mudança e parecem estar a dar-se bem.

Incrível mesmo é que as plantas, mesmo assim pequenas já têm o cheiro tão característicos dos tomateiros. Fazem-me lembrar a horta lá de casa nas tardes quentes de verão.

Salada de alface já comemos. Falta agora os tomateiros e os pepineiro provarem que no Terraço também se fazem boas hortas.

Morangos ...

quinta-feira, abril 14, 2011

Pequenas alegrias [em tons de vermelho]

Os dias não têm sido fáceis.

Entre a sensação de dar dois passos em frente e três para trás e o mar de coisas que não consigo antever e principalmente controlar, surgem pequenas alegrias em tons de vermelho pelo meu terraço.
Se o homem sonha e a obra nasce, eu planto e rego e há morangos.
Haja alegria.

terça-feira, abril 12, 2011

A Horta depois de arrumada

Reciclagem

Será que nascem pepinos em pacotes de leite?

quarta-feira, abril 06, 2011

Viver a crise


Quando eu era adolescente, nos finais da década de 90 e inícios dos anos 2000, vivíamos numa espécie de euforia. Havia tudo e previa-se que haveria mais.
Na primeira viagem que fiz para Portalegre para vir estudar - tinha então 18 anos e um carrito em segunda - mão prenda pela maioridade - um litro de gasóleo custava pouco mais de €0.70. Viajar era então barato.
Beber copos era barato. Comer era barato.
As propinas custaram no primeiro ano o valor simbólico de €300 para custarem hoje em dia - e para um curso que tem menos 1 ano - o triplo!
Havia no ar essa sensação de possibilidade. Coisas podiam acontecer, as pessoas poderiam aspirar a evoluir, a vida só poderia correr para a foz como o curso de um rio.

Mas em 2006, quando eu acabei o curso já as bases da nossa sociedade começavam a tremer perante a precariedade, o aumento gradual do combustível, embora ainda não estivéssemos prontos para o ver, as ondas de choque deste terramoto sociológico começavam a fazer-se sentir.
A certeza de que o curso me proporcionaria um emprego estável estava já por essa altura perdida e desde ai que o cenário apenas se tem vindo a degradar.

Não arranjei por essa altura um desses emprego de sonho. Um lugar estável, um salário agradável, férias no Verão e no Natal e muita paz de espírito.
Fiquei para trás. Primeiro com um estagio profissional, depois com um ano de trabalho em situação precária e frustrante e depois comecei a achar que podia ganhar tudo isso à força de querer e há quase três anos a trabalhar contra a corrente.

Enquanto todos os outros foram fazendo as férias da neve, as idas de fim-de-semana alargado a París, ou as compras da estação eu fui ficando para trás pensando que haveria compensação para o meu esforço. Acreditando que um pouco mais há frente haveria compensação para o esforço.
Seria isso ser empreendedor. Trabalhar primeiro, ser recompensado depois.

Mas ai veio a crise em cima da crise. E chegamos ao final do primeiro trimestre de 2011 com a alma esfarrapada.

Sabemos o que não temos agora, mas pior que isso, sabemos de antemão o que não teremos daqui a um mês. No próximo semestre ou até aquilo que não teremos no ano que vem.

Viver a crise é bem mais do que os cortes e reajustes que temos de fazer na nossa vida quotidiana.
É a terrível amputação dos sonhos e das aspirações. É a morte da esperança de se fazer melhor ou de se concluir o nosso propósito.

Viver a crise é neste momento a perpetuação de um grande "fado" que rola na nossa mente e que parece nunca mais se calar.

Não temo pelo que não tenho agora.
Temo sim por um futuro que não vou ter.

terça-feira, abril 05, 2011

Sementeiras VII - Pepinos

Não há fome que não dê em fartura sempre ouvi dizer e parece que o proverbio se aplica às minhas sementeiras.

Se a primeira tentativa foi um desastre durante largas semanas, à segunda foi de vez e rapidamente. Hoje pela manhã havia uma explosão de verde pelos copos.
Os pepineiros fazem-me lembrar os primeiros dias das courgettes. Antevejo um rápido crescimento e a necessidade de começar a pensar no espaço para os plantar definitivamente.
Aproxima-se uma nova visita ao Agrocentro.

segunda-feira, abril 04, 2011

Sementeiras VI - Tomateiros

Da primeira experiência com sementes apenas nasceram estes dois tomateiros. Todos os outros copinhos falharam.

Ao desmontar o trabalho inicial percebi que cometi um grande erro. As sementes ficaram demasiado enterradas na terra, devia ter semeado mais à superfície. Com os dias frios e chuvosos e com pouco sol elas não receberam energia suficiente para crescer.

Assim sendo, recomecei tudo de novo.
Nova sementeira, com mais cuidados e muita esperança que ainda vou ter uma série de vasos com tomates e pepinos.

Por enquanto vou tomando conta destes sobreviventes e esperar que atinjam o tamanho ideal para os transplantar em local definitivo.

Morangos

Das pequenas flores brancas brotaram agora pequenos "projectos" de morangos.

Ainda verdinhos, ainda pequenos mas já lhes consigo adivinhar as formas e imaginar o vermelho que haverá nos meus vasos daqui a umas semanas.

domingo, abril 03, 2011

Ladies & Gentlemen: Heavy Trash