Ou terá sido ele enganado por uma Femme Falale no Casino Royal?
sábado, outubro 20, 2012
007 - O fascinio
Ou terá sido ele enganado por uma Femme Falale no Casino Royal?
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Angie Mendes
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domingo, agosto 05, 2012
De volta ao Noir: Rebecca (1940)
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11:28 p.m.
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terça-feira, julho 24, 2012
De volta ao Noir: The Blue Dahlia (1946)
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segunda-feira, janeiro 09, 2012
The Naked City (1948)

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segunda-feira, junho 27, 2011
Sorry, Wrong Number (1948)
Sorry, Wrong Number é um Noir com um argumento interessante que se desenrola a um bom ritmo, entre flashbacks e telefonemas. Leona Stevenson (Barbara Stanwyck) está doente e presa ao seu quarto. Estranhamente todos tiveram algo para fazer nessa noite e o seu marido (Burt Lancaster) está demasiado atrasado.

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segunda-feira, maio 23, 2011
The Asphalt Jungle (1950)
O tempo tem sido pouco, mas arranjei um final de noite para ver mais um Film Noir.
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segunda-feira, dezembro 27, 2010
The Postman Always Rings Twice (1946)

Frank Chambers: Well, aren't we ambitious.
Este foi mais um Natal "Noir". O filme escolhido foi este clássico, um film Noir quase perfeito, com um argumento de estilo quase irrepressível mas ainda assim evidente. Não é um filme de grande rasgo criativo, mas é um exercício bem conseguido, quer pela presença exuberante de Lana Turner que enche o ecrã com a sua femme fatale, inocente e insegura, quase desculpável no despudor das suas acções, irresistível para o nosso herói.
Filme contado em flash back, do ponto de vista Frank Chambers (John Garfield), o nosso homem enfeitiçado por um único momento, aquele em que Cora lhesurge em grande plano, de branco à soleira da porta. O destino estava traçado e nem foi preciso chama-lo duas vezes.
Cora é a mulher do dono da estação de serviço e de uma lanchonete na beira da estrada, Nick Smith é o marido forreta e bem-disposto. Franck Chambers é um homem andarilho, que viaja à boleia e que afirma que "tem um comichão debaixo dos pés que o impede de estar no mesmo sítio muito tempo".
Mas Frank tropeça em Cora, que se apaixona por Frank e começa a achar que a sua vida ficaria muito melhor se Nick não existisse...
A partir daí os dados estão lançados e o plano aberto para um filme de beleza visual e de belas prestações por parte dos actores.

Lana Turner teve a sua parte de bela como de trágica. A MGM chama-a "Sweater Girl", casou sete vezes e teve numerosos affairs. Debateu-se com o alcoolismo e viveu com a sua vida impressa na imprensa da época.
Em 1958, encarou ainda o momento em que a sua filha assassinou o seu amante - gangster Johnny Stompanato - num caso que teria paralelo, em tempos mais recentes, com o de O.J. Simpson. Sendo que o juri considerou que a filha a defendeu num momento em que Lana estava a ser violentamente espancada por Stompanato, deixando-a em liberdade.
Todos estes factos interferiram com a sua carreira e no inicio dos anos 60, Lana não era mais a estrela que fora nos dourados anos 40.
Ainda assim, teve participações em series de televisão no inicio dos anos 80.
Lana faleceu aos 75 anos depois de uma longa batalha contra o cancro.
A sua beleza e talento brilham em filmes como "The Postman Always Rings Twice", "Imatation of Life (1959)", "Peyton Place" (1957) filme que lhe valeu uma nomeação para o Óscar de melhor actriz principal, entre outros.
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terça-feira, novembro 09, 2010
Scarlet Street (1945)

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1:15 a.m.
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domingo, outubro 10, 2010
The Letter (1940)
[Clicar na capa para ver Trailer]"To the most memorable entertainments you ever seen...Warner Bros. add a Motion Picture that is destined to take its place beside the greatest!
Bette Davis in W. Somerset Maugham's Brilliant Success...
The Letter
What are the forbidden secretes in the letter?
What is the strange spell that made this woman defy the unwritten law of the Orient?
A lady one minute...A Tigress the next!
Another Glorius trimph from the screen's most celebrated star!...
With herbert Marshall, James Stephenson, Gale Sondergaard, Bette Davis.
The Letter
It's the Trill of your life!"
The Letter tem uma abertura monumental, Leslie Crosbie, interpretada pela magnifica Bette Davis, assassina a sangue frio o seu antigo amante numa cena memorável.Mas no Oriente a justiça tem outras formas e Leslie apesar de ajudada por um atormentado advogado e ilibada perante a lei, não encontrará redenção.
o Filme está povoado de pequenos imagens simbólicas que funcionam como premonições. As nuvens que encobrem ou libertam a luz da lua, o punhal pelo qual Leslie passa as mãos demoradamente numa loja no bairro chinês... as persianas que ora se fecham ou abrem criando um padrão de cárcere no rosto de Leslie uma metáfora do estado de espírito que atormenta a personagem.Leslie não deixou de amar o homem que matou e essa é a pena que terá de cumprir.

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11:19 p.m.
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quinta-feira, outubro 07, 2010
You go too far, Marlowe.
Marlowe: Those are harsh words to throw at a man, especially when he's walking out of your bedroom.
The Big Sleep de Howard Hawks
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12:53 p.m.
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sexta-feira, setembro 24, 2010
quinta-feira, setembro 23, 2010
Murder, My Sweet (1944)
Em Murder, My Sweet Philip Marlowe é interpretado por Dick Powell, Personagem mítica, este detective aparece de seguida The Big Sleep (1946), onde Bogart fez as honras perante uma deslumbrante Lauren Bacall .
Mas a personagem não morre por aqui e para além de um grande numero de aparições em TV, como por exemplo, a de 1978 onde é interpretado por Robert Mitchum, logo em 1946 aparece em Lady in the Lake, outro Noir de referência, interpretado e realizado por Robert Montgomery.

Temos um detective privado, um trabalho aparentemente simples que se transforma numa grande trapalhada, uma jóia desaparecida e uma trama por resolver. Há a moça com boas intenções mas que ele não consegue descortinar e a diva, em quem ele pressente o perigo inebriante deste o primeiro momento. Interpretada por Claire trevor, a femme fatale é neste filme a mais clássica das personagens, má, calculista e tão apaixonante como perigosa.
Vemos o filme como resultado do depoimento de Marlowe na esquadra, ferido e de olhos vendados tentando explicar-se e ilibar-se daquela intrincada história.
O filme tem momentos expressionistas brilhantes, como a sequência do sonho de Marlowe e mesmo os jogos de luz e sombra tão característicos do Noir são neste filme mais intensos, mais presentes e expressivos.
Curiosidade:O filme é uma adaptação de romance de Raymond Chandler, "Farewell, My Lovely" , mas os produtores recearam que com este nome o filme fosse confundido com um musical, ainda por cima Dick Powell tinha já uma carreira consolidada em musicais.
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12:35 a.m.
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domingo, setembro 19, 2010
Gilda...
Gilda: Got a light?
Uncle Pio: Yes, Mrs. Mundson. It is so crowded here and yet so lonely.
Gilda: How did you know?
Uncle Pio: You smoke too much. I noticed only frustrated people smoke too much and only the lonely people are frustrated.
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10:16 p.m.
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domingo, setembro 05, 2010
Film Noir: Bringing Darkness to Light (2006)
Um olhar de quem escreve, realiza e interpreta o cinema nos dias de hoje, sobre este mundo obscuro e difícil de definir que é o filme Noir.
Será um estilo? Um género?Uma expressão da visão norte-americana pós-guerra da natureza humana? Resquícios do expressionismo alemão trazido pela emigração forçada de autores, nos momentos de tensão da Europa próxima II Guerra Mundial? Ou apenas o resultado de baixos orçamentos e da liberdade dada aos realizadores de filmes de série B?
E qual é afinal o momento definidor do Filme Noir, qual é o primeiro filme?
Edward Dmytryk, Jane Greer, Sydney Pollack, Brian Hegeland, James Ellroy, Paul Schrader, e Frank Miller entre muitos outros falam sobre estes e outros aspectos.
O documentário acaba também por ser um guia sobre títulos a não perder, autores e dicas para a compreensão deste género especifico de cinema que brilhou nos ecrãs nos anos 40 e 50 do século passado.
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11:38 p.m.
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quarta-feira, junho 16, 2010
De volta ao Film Noir ... This Gun for a Hire (1942)
Não é um Noir brilhante, os anos 40 mal tinham começado e a II Guerra Mundial estava aí.
Quando o filme saiu em Maio de 1942 os Estado Unidos tinham entrado no conflito há pouco tempo mas a Europa há muito que sofria.
Por isso não é de estranhar que nas entrelinhas do argumento surjam histórias de espionagem industrial e da venda de armas químicas ao inimigo.
O nosso vilão não é um homem atormentado por um segredo do passado, é uma simples vítima que se tornou agressor e que espera pela regeneração.
A nossa femme fatale não é má, nem calculista e não existe um grande dilema moral para resolver. Talvez por isso estas personagens criem menos empatia comigo, e nem mesmo a sensualidade de Veronica Lake a faz brilhar. O seu ar angelical cairia que nem uma luva a uma personificação do mal, mas esta Ellen Graham é apenas uma artista bonita, apaixonada por um polícia que sonha casar e ser mãe de filhos a quem é pedido que cumpra uma missão. E ela é esperta o suficiente para o fazer.
Para mim este não é um grande Filme Noir. É mais um policial com um certo charme.
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6:05 p.m.
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domingo, maio 30, 2010
De volta ao Film Noir - Journey into Fear (1943)
Entre outras coisas os fins-de-semana em em casa dos pais serve para ver filmes.
Não é que seja preciso muito tempo para ver este " Journey into fear". Dura pouco mais de uma hora e é assim, rápido e alucinante. Com um argumento que não dá tempo ao nosso protagonista de perceber o que lhe está a acontecer.
Um filme feito em plena II Guerra Mundial em que não falta o espião Nazi e o Americano em apuros para salvar informações cruciais aos Aliados.
Simples, curto e bastante eficáz.
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10:47 p.m.
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De volta ao Film Noir ... Kiss me Deadly (1955)

Os ingredientes estão lá, a femme fatale e o detective hedonista que se envolve na história e não sabe bem porque. O mistério por resolver.
Mas a este Kiss me Deadly falta-lhe qualquer coisa...
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10:45 p.m.
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sexta-feira, abril 09, 2010
De volta ao Film Noir - Where the sidewalk ends (1950)
Otto Preminger recupera, neste filme, a dupla do aclamado Laura (1944).
Dana Andrews é Det. Mark Dixon, um policial com métodos pouco ortodoxos que explode em ataques de violência contra os criminosos frequentemente.
Gene Tierney, a memorável Laura, é Morgan Taylor, uma modelo que se vê envolvida numa investigação sobre um homicídio alegadamente cometido pelo seu ex-marido numa sala de jogo clandestina.
Det. Mark Dixon é o primeiro a chegar à casa do suspeito, um herói de guerra embrutecido pelo álcool. Bêbado, Ken Paine não resiste e ataca Mark que riposta na sua maneira agressiva acabando por matar o suspeito. Um acidente...
Mas como lidar com este acidente quando apenas horas antes tinha sido despromovido, pelo chefe do departamento, por causa do seu comportamento violento?
Mark embarca numa farsa para camuflar o seu descuido. Enquanto tenta desvendar o crime por detrás da suspeita inicial.
Encanta-se então por Morgan que vê o seu mundo ser abalado quando o seu pai é acusado do crime que Mark cometeu.
Entra-se então na espiral descendente do Noir, as questões de moral. A nossa personagem não quer ser apanhada nem conectada com um passado que renega, mas também não pode deixar que um inocente seja preso em seu lugar...
O fim é inesperado... no entanto é o espelho da duplicidade de sentimentos que as personagens do Noir vivem. Por vezes a resolução do problema não é suficiente e não há paz sem a expiação dos pecados...
Um clássico a não perder.
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5:06 p.m.
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