terça-feira, fevereiro 15, 2011

Borda D' Água

Agora sim! Posso fazer uma Horta com jeito :)

domingo, fevereiro 13, 2011

Morphine - Whisper mtv120.mp4

Don't worry I'm not looking at you...


sexta-feira, fevereiro 11, 2011

The Black Keys - Ten Cent Pistol - Late Night With Jimmy Fallon

Sounds like The Black Keys today...

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Alfaces Roxas - As sobreviventes


As protagonistas da foto são duas alfaces roxas que sobreviveram às geadas e que estão com um ar cada vez mais vigoroso.
Tenho impressão que este é o primeiro sucesso da minha Horta no Terraço.

Estragam-me com mimos...

Espera-me uma bela sessão de cinema.

Obrigada Gaspar.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Sementeiras


Nada de novo no Vaso XXL. As sementes de Courgette não dão sinais de vida e apesar de saber que estes processos não são tão rápidos e eficazes como a minha imaginação, não posso deixar de me sentir ansiosa por ver um rebento verdinho a brotar da terra.

Como as sementeiras são ainda uma ciência obscura para mim - e a idade ainda não me permitiu ultrapassar a ansiedade pueril de quem quer ver a obra prontamente feita - acabei por não semear salsa e coentros, mas sim transplantar de uma vaso de compra para uns vasos de barro. Espero que peguem.

O terraço com vista para o Castelo

O terraço.
Sempre foi um espaço especial da nossa casa.
No centro histórico de Portalegre, onde tudo é pequeno e atravancado entre ruas estreitas e de calçada, o terraço é uma espécie de oásis no deserto que o nosso pequeno T1 nos oferece. Espaço onde se respira, lugar de banhos de mangueira no Verão ou sitio privilegiado de jantares que entram pela madrugada a dentro nos dias em que não se consegue diferenciar o dia da noite pela temperatura.
Miradouro privado das muralhas do castelo e da Penha.
É no entanto incrível o tempo que passamos sem lá ir no Inverno. Dias e até mesmo semanas de abandono provocado pelos rigores da estação.
A Horta do terraço, até certo ponto, também tem tido essa função de reabilitação de espaço. A obrigação de tomar conta dela devolveu-me o terraço mesmo sendo ainda Inverno.
Penso já na remodelação do mobiliário de plástico e na rede de pano que tenciono pendurar algures entre a porta do sótão e a chaminé da vizinha.
Um lugar de descanso com vista para o Castelo.
Um espaço campestre mesmo no centro da vida citadina.



How-To Grow Food in a Small, Urban Space



As ideias surgem um pouco por todo o lado e a falta de espaço é cada vez menos uma desculpa aceitável.

Seja no terraço, na varanda ou até mesmo naquela janela atravancada nas traseiras da casa, ter um pedaço de horta só depende da nossa disponibilidade e motivação.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Prendas...

Porque estou em férias de semestre e há espaço para a literatura, esta prenda veio mesmo a calhar.

Obrigada :)

Fazer anos…


É um momento ambíguo.
Por um lado a excitação do momento, como se um holofote se ligasse e nós fossemos o foco da sua atenção.

Por outro, um momento de balanços e comparações. “Não deveria eu estar já noutro ponto qualquer? O que é suposto, ser, fazer, ter, quando se tem a minha idade?”

O que vale é que são só 24 horas e no dia seguinte a vida volta ao normal...

Kings Of Convenience - I'd Rather Dance With You



Sunny day :)

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Novos inquilinos no terraço



Mudei os vasos de sítio. Neste canto do terraço há sol durante mais horas.
O tempo não tem sido meu amigo, os dias têm sido frios e as noites geladas. Da primeira vaga de alfaces apenas sobreviveram duas.
A inexperiência tem destas coisas!
Não me apressei a fazer uma estufa capaz de as proteger das temperaturas próximas do negativo que as noites do Alto Alentejo nos têm oferecido e as alfaces ficaram queimadas das geadas.
Tenho-me debatido com o modelo de estufa capaz de proteger as alfaces, até agora a velha cortina de banheira tem cumprido o objectivo, apesar de não ser a mais prática das estruturas.
Hoje foi dia de novidades. Um novo vaso XXL que vai ser a casa de courgettes - caso o meu projecto de sementeira tenha sucesso - um vaso de hortelã menta que cheira divinamente e um pé de couve brócolos, que já chegou há alguns dias, mas que anda não tinha tido o devido destaque.
Replantei o vaso de alfaces, agora tenho duas alfaces roxas e meia dúzia de alfaces frisadas.E já se vislumbram folhas novas.
A horta está a ganhar contornos e cores. E espero eu, novos moradores nas próximas semanas, uma vez que a Primavera vai trazer novas possibilidades.



Hortelã Menta...

Cheiros em pleno inverno que nos fazem sonhar com a Primavera que há-de vir.

Fevereiro...

Gosto de Fevereiro.
É o mês em que nasci.
É o mês em que comemoramos os anos que caminhamos lado a lado.
É o mês das férias de semestre e portanto um mês de aliviar alguma pressão.

O mês do Festival de Jazz.
O mês em que os dias crescem um pouco.
É o mês que antecede o inicio da Primavera.
E trabalhamos menos dois dias que nos outros meses.
Este ano nem têm Carnaval.

O que há para não gostar em Fevereiro!


quarta-feira, fevereiro 02, 2011

(HD) The National - "Conversation 16" 2/1 Letterman (TheAudioPerv.com)


I'm still in love with The National

segunda-feira, janeiro 31, 2011

"Home" - O filme

A Consciência súbita da responsabilidade partilhada sobre o futuro da NOSSA CASA


Filmes arauto da catástrofe há muitos.

Outros tantos já foram feitos sobre a beleza natural do nosso mundo. Desde a grandeza desolada do Gran Canyon, ao verde exuberante da Amazónia, passando pelo azul profundo dos mares do pacifico, não esquecendo a serenidade branca das calotes polares.

Conseguimos identificar todos esses lugares com um olhar, apesar de nunca lá termos estado. E talvez por isso eles sejam só sítios longínquos, que visitamos nos nossos sonhos. Mas porque estão longe, não os sentimos pulsar, não os vemos in loco a gritar a alarmante situação do nosso planeta.

Sentimos talvez as diferenças subtis nas estações, ou vemos a água a escassear em lugares onde antes era abundante. Sentimos a instabilidade da economia, o preço alto dos combustíveis e vemos, no conforto das nossas quatro paredes, a TV que debita os furacões, as inundações ou as terríveis secas que vão acontecendo do outro lado do mundo. Não vemos para além disso. Não prevemos, e genericamente, achamos que poderemos escapar mais ou menos ilesos. Que na nossa curta vida, tudo se manterá mais ou menos igual. Por isso vivemos também de forma igual. "Business as usual". Em todos os pontos da nossa existência.

Porquê?

Não temos realmente falta de informação, ninguém se pode desculpar com o facto de nunca ter sido confrontado com esta realidade.

Sentimos sim, essa sensação avassaladora de impotência. Como posso eu afinal fazer algo contra a evidente força da natureza? Como pode a minha minúscula horta no terraço contribuir para algo tão grande? Como pode de algum modo a minha atitude contra os sacos de plástico fazer qualquer diferença se o resto do mundo contínua simplesmente a consumir?

Sentimos que não pode.

Por isso é que é tão importante ver filmes como este. Que nos mostram o que de mais belo e remoto existe no nosso mundo. Que nos asseguram que o mundo é a nossa casa. E que nos explicam o que está a acontecer. Mas mais que isso, terminam de forma esperançosa, apontando-nos o dedo. Afinal, a minha insignificância pode ser só uma gota de água no oceano. Mas o oceano é isso mesmo, um grande conjunto de gotas de água.

Mais do que perceber que as alterações climáticas não são um mito, ESTÃO MESMO AÍ, precisamos de adquirir esta consciência de que somos uma gota de água importante neste oceano de coisas que precisam de mudar. Precisamos de fazer a nossa transição individual, e perceber que mesmo que os nossos esforços não tenham resultados visíveis, são válidos e contribuem para esse grande oceano que é o bem comum. A nossa Casa.

“Home” começou por ser uma grande depressão e terminou assim, com uma vontade reforçada de investir numa nova maneira de estar perante o mundo. Com passos pequenos, com pequenas vitorias dia após dia, também eu quero tornar a minha vida cada vez mais resiliente.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Janeiro 2011


Raio de mês!
Dizem os senhores da matemática que o último dia 24 foi o mais deprimente do ano, pois eu acho que a equação devia estender-se a todo o mês.
É o recolhimento à serenidade do lar após as festas.
São as deadlines do trabalhos académicos.
O frio de rachar, os dias cinzentos de chuva.
A renovação das anuidades.
Sinceramente...
Nunca mais é Fevereiro!

Aí sim, mês novo vida nova.

Rider to the Sea - Anna Calvi


Para ouvir nos dias frios de Janeiro e sonhar com emoções quentes de Verão.

sábado, janeiro 22, 2011

The Expendables (2010)

Sabem aqueles filmes que são tão maus, mesmo tão maus que acabam por ser muito bons?

Não é este o caso.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Anna Calvi - Suzanne & I


A primeira descoberta de 2011.