quinta-feira, março 10, 2011

PJ Harvey - The Glorious Land

quarta-feira, março 09, 2011

Conversation 16

The National

segunda-feira, março 07, 2011

The Town (2010)


[first lines]
Doug MacRay: [narrating] Driver's name is Arthur Shea. Former Metro Police officer, fifty-seven years old. Soon as his partner leaves with the coal bag, Artie cracks a Herald, and he don't look up 'til the guy gets back. Marty Maguire. Cummins Armored courier. Five-ten, two-twenty, fifty-two years old. Picks up every Wednesday and Friday at exactly 8:12, makes a hundred and ten dollars a day, carries a Sig nine. And he's about to get robbed.

Filmes para as tardes de domingo.
Gostei!

A Primavera no meu Terraço


Há vida no vaso XXL - II

Afinal há ainda mais vida no vaso XXL e à primeira courgette já se juntou uma nova dupla de folhinhas verdejantes :)

domingo, março 06, 2011

sexta-feira, março 04, 2011

Há vida no vaso XXL

Estava já a duvidar da minha habilidade para sementeiras. Afinal já lá vão umas semanas e nada nascia no vaso XXL. Todos os dias deitava um olhar ansioso para lá e descia do terraço algo desapontada.

Mas hoje a manhã começou com esta surpresa. Duas pequenas folhas verdes a despontar no vaso.
Parece que vai haver courgettes!

quarta-feira, março 02, 2011

“António Ataíde e Rui Pato cantam Zeca Afonso” e “Canto de Coimbra” no próximo fim-de-semana em Portalegre


O canto de Coimbra e a música de Zeca Afonso descem de Coimbra até à cidade de Portalegre para dois concertos a não perder no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre.

Sex. 04 Março

António Ataíde e Rui Pato cantam Zeca Afonso

Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre
Pequeno Auditório

Inicio 21.30h

Preço Único 5 euros
M/4 anos

Quando José Afonso ouviu os primeiros acordes da sua viola terá dito:
“É ele que vai tocar comigo. É com ele que quero gravar as minhas músicas”.

O Zeca tinha regressado a Coimbra. Trazia na bagagem novas canções e uma imensa vontade de dizer algo de novo. Para trás deixava a sua marca no fado, mas conservava os amigos e as suas andarilhanças por uma Coimbra que nunca mais foi a mesma depois da sua passagem.
Em 1962, o país vivia momentos difíceis. Era um tempo de rupturas. A cidade afirmava-se contra a ditadura, clamando uma urgente vontade de mudança. José Afonso e Adriano Correia de Oliveira estavam na linha da frente de um combate, que fez da canção uma arma e um símbolo de esperança e liberdade. Rui Pato tinha 16 anos. E com a sua viola, ajudou-os a dar a volta ao texto.
Rui Pato regressa às canções de José Afonso. E “traz um amigo também”. António Ataíde, que vai cantar com ele e assim realizar um sonho “secreto” de criança, já que desde muito cedo ouvia o seu ídolo acompanhado pela guitarra mágica de Rui Pato.
Eu quero lá estar na primeira fila.

Manuel Alegre Portugal

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Sáb. 05 Março

Canto Coimbra


Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre
Grande Auditório
Canto Coimbra
Inicio 21.30h
Preço Único 8 euros
M/4 anos

Ricardo Dias – Director musical, Piano e Acordeão
Bruno Costa – Guitarra Portuguesa
Nuno Silva – Voz
António Ataíde – Voz
Luís Ferreirinha – Guitarra Clássica e Baixo electro-acústico
Nuno Botelho – Guitarra Clássica

O novo projecto “ Canto Coimbra” foi desenvolvido com o intuito de contribuir para uma melhor compreensão e divulgação de um dos géneros musicais mais autênticos e característicos da nossa região, do nosso Portugal – o Fado.
Recém-formado, este grupo conta com a colaboração de vários elementos que desenvolveram e contribuíram, ao longo de vários anos, para uma melhor representação artística e musical, tendo em conta as raízes do “Fado de Coimbra” e a visão futura de criar novas sonoridades adaptadas a novas e actuais tendências musicais.
No seu repertório, constam temas tradicionais e actuais, tendo alguns deles sido adaptados e reformulados, casando a guitarra portuguesa com outros instrumentos como o acordeão, o piano, o baixo acústico e a guitarra clássica.
Todos os elementos do grupo são parte integrante do “Coro dos Antigos Orfeonistas da Associação Académica de Coimbra”.

http://caeportalegre.blogspot.com/

http://www.myspace.com/cantocoimbra08

terça-feira, março 01, 2011

Sol de Março

Os últimos dias têm sido de sol e apesar da baixa de temperatura que as noites trazem já dá para ver o verde a ganhar força nos vasos.

Da geração à rasca ao Portugal real.

Tenho lido e ouvido as mais variadas coisas sobre a suposta guerra de gerações que circula por ai, nas redes sociais, nos jornais e nas mesas de café.

Tenho engolido em seco algumas afirmações da velha guarda, mas também me tenho envergonhado com algumas posições da “geração à Rasca”. Parece-me que o desespero tolda o bom senso e de ambas as partes têm surgido excessos.

Posso até perceber a revolta perante palavras como as que surgiram no Destak, mas também respeito, e muito, a liberdade de expressão porque os nossos pais lutaram há três décadas atrás.

Aceito que há quem não viva no mundo real e por isso faça leituras desfasadas daquilo que se passa bem debaixo do seu nariz. Acredito até, que no fundo, esse é o problema mais profundo da nossa sociedade. Sempre fomos geridos e guiados por pessoas que cresceram, estudaram e que continuam a viver num outro Portugal. Num Portugal ainda feito de feudos, de nomes de família, de motorista para os ir buscar à escola e de uma total ignorância perante o que se passa para além dos bairros cosmopolitas e tão primeiro mundo de Lisboa. Temos elites pobres de espírito, iletrados sobre o mundo que os rodeia.

Temos elites que não conhecem Portugal.

Que não sabem como se vive no interior ou nos bairros periféricos de Lisboa. Que não conhecem um Portugal de terras produtivas mas abandonadas ou das cidades pequenas e acolhedoras sem moradores. Que não sabem o que é morrer numa ambulância porque fecharam o hospital…

E conhecem menos ainda um Portugal com jovens que querem trabalhar, mas que o querem fazer fora dos grandes centros urbanos. E que nem estão à espera que alguém lhes dê emprego, criam coisas. Mas que se vêem a braços com uma carga fiscal impossível de aguentar, que têm de pagar IVA de facturas não recebidas e que imploram ao telefone para que as entidades lhes paguem serviços realizados há meses…no ano passado.

Compreendo as controvérsias dos recibos-verdes, do trabalho precário e da ilusão a que muitos de nós fomos induzidos ao terminar o ensino superior, ilusão que nos foi incutida pelos nossos pais, pelas escolas e pela sociedade em geral. E sei que não basta uma licenciatura para se saber fazer ou para merecer um lugar ao sol.

Mas não me venham falar de empreendedorismo, esse novo conceito que inventaram para culpabilizar todos aqueles que não encontraram uma saída no mercado de trabalho. Temos de ser empreendedores. Temos de ser pró-activos. Temos de procurar, oferecer, trabalhar por menos, quem sabe - e muitos de nós estamos nessa situação - pagar para trabalhar.

Porque meus senhores, eu pago para trabalhar. Pago a segurança social, mesmo que ninguém tenha tido a decência de pagar a ultima factura enviada.

Pago o IVA dessa factura. E se não o fizer no dia estipulado pago uma multa em cima.

Pago a luz, a Internet e a renda de um escritório, mesmo que não consiga encontrar trabalho para fazer.

Pago todos os dias o peso de ter sido empreendedora com os sonhos adiados, com a dependência dos pais, e com a frustração de não conseguir mais nem melhor, de falhar a cada dia que passa o objectivo de ser autónoma e financeiramente independente.

Algo está errado neste país. Não me venham dizer que é a Geração à Rasca que é mimada e não quer um trabalho mas sim um emprego…

Talvez seja a geração que sempre teve empregos em vez de trabalho que deva reavaliar as suas percepções do mundo, sair dos escritórios e ver o tanto de Portugal que há para ver, o tão grande potencial humano que é desperdiçado todos os dias, o tanto de terra que há para trabalhar. E tanta gente que só precisa de uma oportunidade.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Dançar...

Devia ser obrigatório. Um exercício semanal de limpeza da mente, um momento higiénico e higienizante da nossa vida.
Um momento de libertação de energia, de descompressão social e de abstracção momentânea de todas essas coisas que nos ocupam a mente. Dos passos pré-concebidos, dos cumprimentos ensaiados, ou até mesmo dessa penosa tarefa que é existir dentro dos limites de pessoa normal.
Devíamos dançar mais. A nossa música. Aquela que nos diz algo, com ritmos quentes, mesmo que já passada de moda. E devíamos dançar com os outros, porque a dança é uma linguagem universal, comunica-se com ritmos.
Poderíamos assim acordar sempre a meio da tarde de domingo sem remorsos por ter dormido tempo demais.
E começar a semana sentindo que realmente se viveu no fim-de-semana.
Para só existir, já nos basta a segunda-feira.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Sunny morning in the Garden



sábado, fevereiro 19, 2011

Bernardo Sassetti Trio - Reflexos_Movimento Circular, photos by Guillaum...


Bernardo Sassetti Trio abriu ontem o JazzFest Portalegre. Sala cheia para assistir a um belo concerto.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Portalegre JazzFest 2011

Arranca hoje mais uma edição do Portalegre JazzFest.

Vêm ai dois fins-de-semana de boa musica, o que é só mais um pretexto para visitar Portalegre e marcar presença no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre.

A cidade e as montras vazias.

São como um vírus que se vai instalando e corroendo cada esquina. Tornando-as sombrias, sujas e vazias.

Primeiro uma, depois outra mais abaixo, depois a da frente. Uma a uma as montras da cidade vão ficando vazias, preenchidas apenas pelo papel pardacento do sol onde se lê “Aluga-se”.

A rua do comércio é já só uma sombra daquilo que foi e nem nas manhãs de sábado se parece consigo. As vozes calaram-se e a rua passou a ser apenas isso, uma rua onde se passa apressadamente. Não há mais necessidade de abrandar o passo e ver as montras. Elas estão a ficar literalmente VAZIAS.

E as que não estão vazias estão desfasadas. Demasiado caras, demasiado formatadas umas com as outras, produto importado da china, ou alta gama do produto português.

Não me ilibo da culpa. Também eu deixei de comprar aqui há muito. Primeiro porque ir a Badajoz era mais barato, depois porque ir a Lisboa era mais divertido, agora porque ir a Castelo Branco é mais perto.

Primeiro porque a aqui o preço não era competitivo, depois porque a oferta é pouca e indiferenciada, e porque em Portalegre, as lojas são hoje um império Chinês.

Mas também não retiro a culpa àqueles que não perceberem que das 9h às 19h não é um horário conveniente para quem trabalha e que compras ao sábado, para quem bebe um copo à sexta-feira à noite, só se fazem da parte da tarde. E também para os que não perceberam que a classe média perdeu poder de compra e por isso havia que apostar em produtos competitivos na sua relação qualidade/preço/design.

Pouco interessa de quem é a culpa. Há uma epidemia crescente de montras vazias na cidade e se o comércio local é o barómetro da vida que pulsa numa comunidade, então pessoal, tragam o desfibrilador.

A nossa cidade está em paragem cardíaca.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

PJ Harvey - The Last Living Rose

Estou capaz de gostar mesmo desta nova faceta da Miss P.J.Harvey.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

A "estufa"

[Horta com e sem estufa]

A minha técnica de construção de estufas é por assim dizer, pouco cientifica. Aproveitei uma velha cortina de plástico e uns quantos tijolos que andavam perdidos pelo sótão.
A primeira tentativa correu mal. Não contei com que o vento pudesse fazer estragos e logo numa das primeiras noites um dos tijolos acabou por cair para cima dos vasos, partindo um deles e dois pratos. Tive de ir comprar um novo e transplantar os pobres morangueiros que ficaram com a "casa" em cacos! Felizmente os morangueiros sobreviveram a esse episódio e eu percebei que tinha de avaliar melhor a questão da estufa.
Isto porque esta estrutura, apesar de frágil, tem sido essencial para manter as plantas de boa saúde. Livra-as das geadas durante as madrugadas frias de Inverno, protege-as das chuvadas fortes que têm caído e há dois dias foram essenciais para as protegerem da saraivada que caiu! Estava preocupada com esse evento meteorológico, mas mal cheguei a casa pude respirar de alivio. A estufa cumpriu a sua função.

Fiz algumas alterações quanto ao posicionamento dos tijolos para que se a pressão do vento for muita e eles caírem não atinjam os vasos e principalmente tentei diminuir os pontos pelos quais o vento pode entrar e levantar o plástico.
Esta espécie de estufa tem ainda a particularidade de ser facilmente retirada de manhã e colocada à noite, caso o dia esteja radioso de sol e justifique a preocupação.

Aconselharam-me a usar um plástico de uma cor amarelada que está à venda no Agrocentro, pois simula a luz solar dando mais vigor às plantas. Optei por reciclar um plástico existente em casa, mas ainda vou pensar nessa hipótese caso os dias se mantenham tão cinzentos.



Alface roxa - a menina dos meus olhos

Resistiu à geada e tem crescido a bom ritmo apesar das intempéries.


terça-feira, fevereiro 15, 2011

Anatomy of a Murder (1959)

Parnell Emmett McCarthy: Twelve people go off into a room: twelve different minds, twelve different hearts, from twelve different walks of life; twelve sets of eyes, ears, shapes, and sizes. And these twelve people are asked to judge another human being as different from them as they are from each other. And in their judgment, they must become of one mind - unanimous. It's one of the miracles of Man's disorganized soul that they can do it, and in most instances, do it right well. God bless juries.


Parnell Emmett McCarthy: [eyeing an empty liquor bottle] You fought this soldier by yourself. You've been drinking alone, Paulie. I don't like that.
Paul Biegler: Drop the stone, Counsellor. You live in a glass house.
Parnell Emmett McCarthy: My windows have been busted a long time ago, so I can say what I please.

Paul Biegler: Mr. Paquette, what would you call a man with an insatiable penchant for women?
Alphonse Paquette: A what?
Paul Biegler: A penchant... a desire... taste... passion?
Alphonse Paquette: Well, uh, ladies' man, I guess. Or maybe just a damn fool!
[laughter in the courtroom]
Judge Weaver: Just answer the questions, Mr. Paquette. The attorneys will provide the wisecracks.

Para quem acha que os rótulos definem as obras, este Anatomy of a Murder tem um pomposo: o de melhor drama de tribunal de sempre.

Nomeado para 7 Óscares na cerimonia da Academia de 1960 - Ano em que Ben-Hur ganhou 11 dos 12 Óscares para que estava nomeado entre eles para Óscar de Melhor filme e de melhor Actor, com James Stuart nomeado pela interpretação do Paul Biegler, um advogado em decadência após ter perdido o seu cargo de Procurador que passa os seus dia entre o barco de pesca e o piano e que é contratado para defender um caso de homicídio.

Para a acusação o caso é simples: Lt. Frederick Manion assassinou o dono do bar após este ter, alegadamente, violado a sua mulher Laura.

Mas para a defesa este homem foi alterado por um estado momentâneo de demência causado pela brutal violação da esposa e por isso deve ser ilibado do crime que cometeu.

A luta entre estas duas versões da história e a medição de forças entre uma dupla de conceituados advogados de acusação e Biegler, "a small town lawer", fazem o filme.

Laura talvez tenha sido violada, talvez não. A sua relação com o marido talvez seja de amor ou talvez de pura agressão. E o Tenente Manion talvez tenha premeditadamente e por puro ciúme assinado o dono do Bar.

Pouco interessa.

Aquilo que se demonstra no tribunal, ou aquilo que se consegue fazer um júri acreditar é a única coisa que realmente interessa. É a verdade reinventada.

O filme é relativamente longo, mas vale pela troca de palavras entre os advogados, com diálogos muito bons, cheios de momentos sarcásticos e exaltados.

E também pelas interpretações. James Stewart enquanto advogado de defesa e Lee Remick enquanto Laura enchem o ecrã.

Lee Remick tem aqui um dos seus primeiros papeis de destaque. Laura - Acho que o Otto Preminger tem uma queda para as Lauras - é uma daquelas mulheres que caberia perfeitamente num Noir. Destrambelhada, ciente de si, tão bela como perigosa e pronta para jogar um jogo cheio de ambiguidades onde cabe sempre um pouco de sedução.

Há uma verdade na sua história, só não conseguimos saber qual.

O papel inicialmente pertencia a Lana Turner, que acabou por o perder. Lana Turner exigiu que Laura usasse roupa desenhada pelo seu designer pessoal, mas Otto Preminger não esteve com meias medidas e achou que o estilo não se ajustava à personagem e acabou por chamar Lee Remick, uma jovem em inicio de carreira, apesar do estúdio estar pronto a ceder às exigências de Lana Turner.

James Stuart, que já havia visto em filmes como Vertigo e Rear Window de Hitchcock ganha aqui outra dimensão, ainda mais quando aparece ao piano com Duke Ellington que faz um cameo no filme, para além da Banda Sonora. Por curiosidade James Stuart teve uma vida longa – 99 anos - e faleceu apenas um dia depois de Robert Mitchum em 1997.


Sementeiras II - Tomates e Pepinos


Como disse há alguns dias, a sementeira é ainda uma ciência obscura para mim. Mas tenho de começar por algum lado. As sementes de courgette plantadas em lugar definitivo ainda não deram sinal de vida, o que não é de estranhar. Fevereiro tem-nos mostrado do que é feito e o Inverno parece não acabar. Frio, chuva e dias muito cinzentos não têm produzido a energia solar necessária e a vida está ainda em hibernação.
Mas como eu me sinto entusiasmada com a Horta e na Internet encontram-se tantas dicas boas resolvi fazer uma sementeira de tomates e pepinos para ver como corre.

Depois de espreitar o Borda d'Agua e de pequena pesquisa na Internet pude ver que Fevereiro é um mês adequado para semear estas espécies. Comecei por não saber bem em que recipientes o haveria de fazer, no Agrocentro existem tabuleiros de esferovite adequados a sementeiras, mas tem mais de 200 "buracos" individuais. Mesmo se transformasse o terraço numa produção intensiva não teria espaço para tantas plantas após germinadas!
Apanhei então esta dica, copos de plástico. Fiz um pequeno buraco para a drenagem - usei um clip aquecido na chama do fogão - e enchi-os de terra na qual depositei algumas sementes.

[Sementes de pepino - Sementes de Tomate]

Seis copos de pepinos e seis copos de tomates. E depois de uma primeira rega depositei-os no sótão, debaixo de um telha de vidro por onde entra a luz solar.
Está frio e chove por Portalegre, por isso achei que não seria boa ideia deixar a sementeira na rua.

Agora é só esperar que venha o sol e faça a sua parte.
Com sorte, temos salada de alface, tomate e pepino este Verão.