domingo, dezembro 16, 2012
Cadernos de Viagem I
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quinta-feira, dezembro 06, 2012
Divagações sobre o Tempo IX
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quarta-feira, dezembro 05, 2012
As ruinas...
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terça-feira, dezembro 04, 2012
Os dias…
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domingo, novembro 25, 2012
Me, myself & I
E ao fim de tantos anos de incerteza, de conflito e de luta, de imagens distorcidas e de ideias desfocadas, a paz enfim.
Porque corremos juntos. Sempre.
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quarta-feira, novembro 21, 2012
Divagações sobre o amor II
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segunda-feira, outubro 29, 2012
Divagações sobre o Amor I
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sábado, outubro 20, 2012
O tempo
"O tempo tudo consome
Não tenho nada em meu nome..."
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007 - O fascinio
Ou terá sido ele enganado por uma Femme Falale no Casino Royal?
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terça-feira, outubro 16, 2012
Divagações sobre o Tempo VIII
"Este «E assim passa o tempo.» é uma frase fundamental. O problema deles é o tempo, fazer com que o tempo passe, que passe por si mesmo, sozinho, sem esforço da parte deles, sem serem obrigados a atravessá-lo, quais caminhantes esgotados, e é por essa razão que ela fala, porque as palavras que debita fazem o tempo mexer-se discretamente, ao passo que quando tem a boca fechada o tempo imobiliza-se, como uma espécie de enorme e pesada escuridão (...)"
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domingo, outubro 14, 2012
O elogio da preguiça.
Saber nada fazer é uma arte.
É uma arte desligar a parte de nós que pensa, que se preocupa.
Apreciar o filme idiota de domingo, refastelar no sofá até que nos doam as costas.
É uma arte, que ainda estou a aprender a dominar...
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domingo, outubro 07, 2012
Anatomia de uma prova
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quinta-feira, setembro 27, 2012
Divagações sobre o Tempo VII
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terça-feira, setembro 18, 2012
Divagações sobre o Tempo VI
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sábado, setembro 15, 2012
Sobre as manifestações...
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quinta-feira, setembro 13, 2012
Sobre a boa vontade...
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segunda-feira, setembro 10, 2012
Sobre a Vida...
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Divagações sobre o tempo V
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quarta-feira, setembro 05, 2012
Lolita
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terça-feira, setembro 04, 2012
Divagações sobre o Tempo IV
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terça-feira, agosto 28, 2012
Divagações sobre o Tempo III
Rodeavam todas uma mesa estafada de esplanada. No seus trajes andrajosos de pessoas que já viveram muito e não vão em modas.
Aqueles padrões, ninguém lhes diz que já não se usam?
Isso e as permanentes, em cabelos detalhadamente penteados e pintados de louro platinado...
E estavam ali prostradas com todo o vagar do mundo, numa terra onde as ondas de calor se conseguem ver a emergir dos paralelos do passeio. Jogando conversa fora, avaliando a sua solidão, comprando pão de manhã num ritual interminável.
A vida sendo simples, simplificando-lhes o espírito.
A espera dos dias, que se transformam em horas e horas que ganham significado físico a cada minuto que passa.
Nesse vagar, nesse torpor tépido do estio, de olhos bem abertos, espírito crítico e aguçado, tudo ganhava então outra dimensão.
Esses pormenores da interioridade, todas essas coisas para além do verde das colinas e do silêncio das tardes.
Essa falta de mundo, e no entanto, ali estava um mundo inteiro, tamanha contradição.
Devia estar a fazer alguma coisa, embora não haja realmente nada para fazer…
Nesse torpor do estio, para onde vão todos? Sentar-se num qualquer banco de jardim e ver a vida passar?
Nem uma aragem, nem ponta de fresco, só esse ar parado, essa atmosfera pesada. Essa opressão que não nos permite pensar.
E o silêncio. Esse silêncio entrecortado amiúde pelos ruídos da cidade. Um carro que passa trepidante na rua de baixo, um latido arreliado ao longe, um grito abafado de criança que perde a bola num movimento menos pensado.
As portas fechadas, pessoas encerradas em quatro paredes largas, protegendo-se do calor, fechando nessa garrafa monumental o tédio da existência.
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segunda-feira, agosto 27, 2012
Histórias da Estrada
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Divagações sobre o tempo II
São dez anos tempo suficiente?
Para esquecer, amenizar, perdoar ou sanear os acontecimentos e ainda assim acharmos que afinal, naquele tempo éramos felizes?
Dez anos, um rio imparável, sempre a correr.
Quantas tempestades, quantos pequenos nadas, quantos traumas inesquecíveis.
Quanta felicidade e tristeza nas nossas vidas.
Dez anos de construção e destruição do nosso eu. Dez anos de fantasmas.
E ainda assim, no momento do reencontro, caras conhecidas e familiares. Gestos que se repetem, vozes que soam de forma igual. O mundo inteiro de diferenças.
Quem seremos nós ali, em dez anos de ausência?
Em que nos transformamos?
Quem és tu? O que pensas da vida? Onde achas que vais?
Poderei algum dia recuperar dez anos de inexistência?
Poderei ser eu de forma diferente? Sem a vontade crónica de cortar os pulsos nos intervalos da aulas? Sem a paixão desses anos adolescentes, sem o drama da existência, sem os rodeios das vidas paralelas, sem os pequenos truques, sem o ar ausente e a mania que sabia alguma coisa do mundo?
Ou não, em dez anos somos simplesmente qualquer coisa muito, mas muito diferente?
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segunda-feira, agosto 20, 2012
Voltar a casa...
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Sobre os pensamentos...
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domingo, agosto 12, 2012
Divagações sobre o tempo I
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domingo, agosto 05, 2012
Correr de noite... nas margens da Lagoa de Óbidos
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De volta ao Noir: Rebecca (1940)
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terça-feira, julho 24, 2012
De volta ao Noir: The Blue Dahlia (1946)
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sexta-feira, julho 20, 2012
Correr de noite...
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Sobre o pecado...
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quinta-feira, julho 19, 2012
Autobiografia do mês de Julho.
O mês de Julho, esse híbrido entre as férias e o trabalho.
Dias quentes entre noites frescas, ondas de calor no alcatrão e essa sensação de possibilidade.
Em Julho coisas podem acontecer.
Como em 2007, que fui ao Festival Músicas do Mundo de Sines.
Apaixonei-me pelo "Amor em Tempos de Cólera" e pela "Crónica de uma Morte anunciada" de Gabriel Garcia Marques. Vi o "Scoop" do Woody Allen e um Noir antigo, "Gilda" e um Noir pós-moderno "A Dalia Negra."
Ou como em Julho de 2008 em andava cheia de opiniões sobre a imprensa regional, e vi cinema independente, a "Estação" e "The Savages" ou o "Breackfast on Pluto". E vi o blockbuster "Iron Man."
Li a "Desgraça" de J.M. Coetze.
Ouvi The National e P.J. Harvey.
No Verão de 2009 só via a Revista, a minha vida era a Pormenores, o meu blogue o espelho disso.
Julho de 2010 teve Sines novamente. Vi Céu e Saff Benda Bilili... Vi o "Breakfast at Tiffany's", reli o "Orlando" da Virginia Wolf e empolguei-me com a série Millennium nas páginas de "Os Homens que Odeiam as Mulheres".
Vi o "Sexo e a Cidade", o "Robin Wood", "Rachel Get Maried"... Ouvi Morphine.
No ano passado só havia olhos para a horta. Para os meus morangos, para as saladas de tomate e para as alfaces.
Nesta espécie de autobiografia dos meus meses de Julho, revivi cada página de livros que me apaixonaram. Sentei-me de novo no cinema saltando da cadeira a cada susto, ecoaram na minha mente acordes de musica.
Recordar permite-nos isto. Montar um puzzle feito de inúmeras peças que explica o nosso caminho.
É olhar para trás e sentir que afinal houve vida.
É olhar para a frente e imaginar o muito de vida que ainda há para viver.
O tempo continua ainda a ser um mistério para mim, essa ilusão. A inevitabilidade do tempo, dos dias que passam... a perda constante.
Fazer este exercício é sentir que atrás de si o tempo deixa um rasto de memórias..a sua personificação, algo que é quase palpável... não o tempo em si, mas uma memória dele.
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quarta-feira, julho 18, 2012
O tempo...
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quarta-feira, junho 27, 2012
Horta no Terraço Série II
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