terça-feira, fevereiro 05, 2013
Os dias...
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domingo, janeiro 27, 2013
Ensaios II
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sábado, janeiro 26, 2013
Ensaios I
A sua casa, tão sua uns dias, outros completamente indiferente.
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12:34 a.m.
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quarta-feira, janeiro 23, 2013
A arte de passar pela chuva sem se molhar...
Essa forma estranha de se mover na lentidão, no escuro do quarto, sem tocar nos móveis. Sem fazer cair os bibelôs. Esse passo em silêncio, planeado...essa apatia que impossibilita a extravagância.
Abatia-se sobre si essa ideia opressiva de resignação perante a vida. Não a sensação de falha, só a poderia sentir se tentasse.
Mas essa sensação de apatia, de tédio de quem não falha porque não tentou.
Não gritara alto, nunca ralhara a ninguém...nunca fugira ou insistira em ficar. Sentia pouco, ou muito...de mansinho...na apatia.
E então o tempo existente na sala pesou sobre si. Tornou-se espesso, o tempo impregnado de água, frio.
O tempo perante si, ecoando pelas paredes num tic-tac apressado, passando ao ritmo a que o sangue lhe corria nas veias.
Aflito. O tempo afligindo-se por fim. Ansiando... "obriga-te, sai do ponto vazio, ocupa espaço...ignora a arte de passar pela chuva sem te molhares...."
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domingo, janeiro 20, 2013
2013...
O ano já se instalou, veio de mansinho, ocupou o espaço que é seu.
Reclama o tempo que está a passar.
As datas que se aproximam, os seus significados.
2013.
2013 seria o ano.
Assim será outra coisa qualquer.
Outra coisa indefinida, cinzenta, vazia.
Poderia dar-lhe o significado. Mas há dias em que não nos reconhecemos para além do vazio deixado por esse momento de perda.
2013 seria qualquer coisa especial...assim não será nada.
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quarta-feira, janeiro 09, 2013
Au revoir Montreal ...
Dizer adeus, mesmo que seja apenas um até breve nunca é fácil, já devia saber.
Já devia conseguir aceitar.
Eu, que sempre vivi entre casas. Entre famílias. Entre férias e meses de escola. Eu e as escovas de dentes espalhadas pelos distritos, uma vida de malas feitas, de momentos de ausência, de coisas irrecuperáveis, perdidas.
E ainda assim, dizer este adeus foi mais doloroso, o mais sentido, será talvez mais longo até breve dito até aqui.
Sempre adorei a minha mana mais velha. Sempre. E sempre vivemos separadas. E mesmo assim, pude estar sempre lá.
No primeiro dia da escola. Quando entrou para a universidade, quando arranjou o primeiro emprego, quando nasceu o primeiro filho....
Devíamos esquecer...devíamos ser felizes na ignorância dos nossos dias.
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domingo, dezembro 30, 2012
Cadernos de viagem V
Nevou como não nevava há 45 anos. A cidade jaz literalmente debaixo de meio metro de neve. A vida passa a ser tudo menos fácil, quando se tem de "cavar" o caminho até casa...
Florestas inteiras de pinheiros mansos, tristes sobe o peso do gelo, os seus ramos murmuram sons do norte. Sem pássaros, sem vida que se veja. Um silêncio polar. De uma beleza triste, se podermos encontrar beleza no desolamento, no frio gelado, na paz do silêncio, na ausência aparente de vida...
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terça-feira, dezembro 25, 2012
Cadernos de viagem IV
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quinta-feira, dezembro 20, 2012
Cadernos de Viagem III
E afinal há café bom, mesmo desses grandes. Aguados e tão distantes do nosso expresso.
O café é assim, grande e quente, para se beber devagar, aquecendo aos poucos por dentro. Sendo o par perfeito para os dias frios que se vivem aqui!
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terça-feira, dezembro 18, 2012
Cadernos de Viagem II
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domingo, dezembro 16, 2012
Cadernos de Viagem I
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quinta-feira, dezembro 06, 2012
Divagações sobre o Tempo IX
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quarta-feira, dezembro 05, 2012
As ruinas...
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terça-feira, dezembro 04, 2012
Os dias…
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domingo, novembro 25, 2012
Me, myself & I
E ao fim de tantos anos de incerteza, de conflito e de luta, de imagens distorcidas e de ideias desfocadas, a paz enfim.
Porque corremos juntos. Sempre.
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quarta-feira, novembro 21, 2012
Divagações sobre o amor II
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segunda-feira, outubro 29, 2012
Divagações sobre o Amor I
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sábado, outubro 20, 2012
O tempo
"O tempo tudo consome
Não tenho nada em meu nome..."
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007 - O fascinio
Ou terá sido ele enganado por uma Femme Falale no Casino Royal?
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terça-feira, outubro 16, 2012
Divagações sobre o Tempo VIII
"Este «E assim passa o tempo.» é uma frase fundamental. O problema deles é o tempo, fazer com que o tempo passe, que passe por si mesmo, sozinho, sem esforço da parte deles, sem serem obrigados a atravessá-lo, quais caminhantes esgotados, e é por essa razão que ela fala, porque as palavras que debita fazem o tempo mexer-se discretamente, ao passo que quando tem a boca fechada o tempo imobiliza-se, como uma espécie de enorme e pesada escuridão (...)"
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