segunda-feira, maio 31, 2010

Para os que diziam que na segunda-feira já não me ia lembrar do meu velho carrinho, aqui fica a lembrança...polaróide.
A gente olha mas não toca, nem deseja que os bons velhos tempos voltem...

Belos tempos esses quando eu andava de Opel Corsa.
Agora já sou da Toyota desde pequenina!

1º vez no pódio!

A prova de ontem foi assim! Cheia de altos e baixos e muito calor.
À quarta prova que participo ganhei um lugar no pódio, o 3º do meu escalão.

Qualquer dia ainda começo a gostar disto! (Não das taças e medalhas, alguém contrate um designer para refazer o conceito de taça por favor!) Mas do esforço e da adrenalina que é correr no meio de tanta gente, em condições adversas, pensar em desistir aos 1500 metros e depois chegar ao final dos 6500 metros e cortar a meta! A vitória não está no pódio, nem em ganhar nada, nem no lugar que se fica.
Está mesmo no conseguir chegar ao fim.

domingo, maio 30, 2010

De volta ao Film Noir - Journey into Fear (1943)

Entre outras coisas os fins-de-semana em em casa dos pais serve para ver filmes.
Não é que seja preciso muito tempo para ver este " Journey into fear". Dura pouco mais de uma hora e é assim, rápido e alucinante. Com um argumento que não dá tempo ao nosso protagonista de perceber o que lhe está a acontecer.
Um filme feito em plena II Guerra Mundial em que não falta o espião Nazi e o Americano em apuros para salvar informações cruciais aos Aliados.
Simples, curto e bastante eficáz.



De volta ao Film Noir ... Kiss me Deadly (1955)



Os ingredientes estão lá, a femme fatale e o detective hedonista que se envolve na história e não sabe bem porque. O mistério por resolver.
Mas a este Kiss me Deadly falta-lhe qualquer coisa...

sexta-feira, maio 28, 2010

Banda Sonora para a última viagem III

Banda Sonora para a última viagem II

Banda Sonora para a última viagem I

As últimas viagens...

Em 2001 o meu pai apresentou-me o meu carro. Era já Dezembro e foi uma espécie de prenda de Natal daquelas meio frustrantes.
Tinha começado a tirar a carta há poucos dias e como ainda só tinha 17 anos, muitos meses ainda haviam de passar antes de lhe pegar.
Já não era novo mas ainda brilhava qualquer coisa. Mas nove anos depois, mais de 325 mil quilómetros de estrada (250 mil dos quais com condução de uma principiante) e muitas aventuras pelo caminho, hoje já não está em grandes condições. Diz o mecânico que o "coração" ainda chega aos 400 mil mas a corrosão do tempo não lhe dá tréguas.

Dá-me uma grande nostalgia. Fiz todo o meu percurso em Portalegre com o carrito que a bem dizer, só me deixou a pé uma vez!

Fiz muitas viagens de Lisboa - Portalegre ansiosa por chegar, olhei muitas vezes por aquele retrovisor com pena de deixar a paisagem lá atrás.

E hoje vou levá-lo. E trazer outro no seu lugar.
Diz que é branco ( a minha mãe diz que ganhei outro frigorífico!!!), mais novo, com menos quilómetros e certamente menos "amarrotado" que o meu.

Dizem também que segunda-feira já não me lembro do Corsa. Pode ser...
Mas hoje é a última viagem e por isso estou nostálgica.

sexta-feira, maio 21, 2010

Em destaque na Pormenores deste mês...

Abrir caminho para o fim-de-semana...


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Howlin' for you - Brothers (2010)
The Black Keys

quarta-feira, maio 19, 2010

The Black Keys - Brothers (2010)



"Rock of this caliber is really timeless"
Rolling Stone

The Black Keys - Brothers (2010)

A excitação do momento.
Logo a seguir ao High Violet dos The National.
E agora sinto-me confusa, ouço qual primeiro logo de manhã!!!!?! Estes dilemas...

Em destaque na Pormenores deste mês...

terça-feira, maio 18, 2010

segunda-feira, maio 17, 2010

Em destaque na Pormenores deste mês...

Top Floor / Bottom Buzzer






Não há amor como o primeiro e apesar de por esta altura me apetecer ouvir The National a qualquer momento, de qualquer maneira seja qual for o disco, Morphine continua a ser a minha banda favorita.
E hoje apetece-me mesmo ouvir este saxofone!

terça-feira, maio 11, 2010

Mais Pormenores numa banca perto de si.

Está ai a 6ª edição da Revista Pormenores.
Agora é só correr para a banca mais próxima.
Em caso de dúvidas ou dificuldade em encontrar é só contactar-me (angelamendes@pormenores.pt ou 245 330 197).
Boas leituras!

quarta-feira, maio 05, 2010

Crise...

Não percebo nada de economia. Os números nunca foram o meu "cup of Tea". Mas lembro-me bem das aulas de história e segundo o que me lembro, é mais do que normal que a história se repita. Após um tempo estável segue-se uma convulsão.
Continuo sem perceber bem a história das agências de rating, e não faço a mínima ideia de como os países chegaram ao ponto em questão.

Mas já ouvi essa conversa em algum lado...
E ouço-a todos os dias com muita apreensão.
Na Grécia hoje, já morreram 3 pessoas nos confrontos provocados pela greve geral.

Após a grande depressão de 1929 os países situaram-se mais à direita e os nacionais socialismo emergiram.
O que que se segue desta vez?

terça-feira, maio 04, 2010

Shutter Island (2010)

Primeiro é a banda sonora exagerada e nervosa, as imagens escuras, o vendaval. Depois uma mistura explosiva entre sonhos expressionistas, a guerra e um evento que ainda não conseguimos desvendar.

E no fim não é nada disso...
Gosto mais do Marty do gangsters, mas não se saiu nada mal neste thriller.
Di Caprio já não tem aquele ar púbere dos posteres de revistas para adolescentes e sem dúvida esforça-se para apagar essa memória de menino bonito. A idade faz-lhe bem.

Heat - Cidade sob pressão (1995)

Vou dizer o quê de um filme que tem como protagonistas Robert De Niro e Al Pacino?
Que deve ter sido um clássico instantâneo? Que tem interpretações geniais? Que o jogo de gato e rato, protagonizado por dois dos melhores actores da sua geração, ganha aqui uma proporção épica?

Só vendo mesmo.
Por isso se ainda não viram, esforcem-se na procura. Não se pode falar de cinema sem ver este clássico de Michael Mann.

segunda-feira, maio 03, 2010

Ecos de sábado...

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O sábado foi passado na Sociedade Harmonia Eborense que é um sítio delicioso. São os tectos altos e pintados de um antigo palácio e as portas de madeira das salas que não acabam naquele jogo labiríntico de corredores. O fumo de tabaco que se espalha por entre a meia-luz dos espaços e toda aquela cena "indie" que é a mescla de pessoas de "tribos" diferentes misturadas por entre mobiliário decadente e garrafas de cerveja. Parece que ali pode acontecer tudo, ou que pelos menos, nos tempos idos tudo há de ter acontecido. Mas como o tempo não volta para trás, sobraram as paredes cheias de histórias e os lamentos daqueles que dizem que "isto já não é o que era...". Para quem entra pela primeira vez, o espaço é cativante desde o primeiro momento, basta por o pé nas escadas de baile de Cinderela e subir ao primeiro andar com os olhos fixos no tecto.

Mas a viagem tinha outro sentido ver e ouvir Laura Gibson. Valeu a viagem pela boa disposição e a boa vontade com que tocou para nós, ela a sua guitarra e o músico que lhe faz companhia na estrada. Fica um excerto do concerto, uma das partes em que fomos coro entusiasmado das suas músicas ternas, algumas quase de embalar...